domingo, 29 de agosto de 2010

as minhas notas mentais ao ler passagens de sexo na Confissão de Lúcio, de Mário de Sá-Carneiro

«Depois de tantos requintes de brasa, de tantos êxtases perdidos - sem forças para prolongarmos mais as nossas perversões - nos possuímos realmente." (quando já tinhas a língua dormente é que ela te deixava ir à cona)


«Por fim os nossos corpos embaralharam-se, oscilaram perdidos numa ânsia ruiva...» (se estão embaralhados é porque não estás a fazer isso muito bem)


«As minhas entrevistas amorosas com Marta realizavam-se sempre em minha casa, à tarde.(nunca lhe ouvi chamarem "entrevistas"...foda-se... poetas...)


Com efeito ela nunca se me quisera entregar em sua casa. Em sua casa apenas me dava os lábios a morder e consentia vícios prateados. (quando chegavas a tua casa devias bater poucas devias...)


«O certo é que eu ao possuí-la era todo eu medo - medo inquieto e agonia: agonia de ascenção, medo raiado de azul: enquanto morte e pavor» (estás com medo de apanhar alguma doença venérea?)

4 comentários:

Luna disse...

Tu sabes que ele era gay, certo?

(aparentemente, somos relacionados genealogicamente)

Tolan disse...

Somos relacionados genealogicamente Luna? Tens um antepassado esquimó também?

Luna disse...

Não é nás os dois, é a minha família paterna e a do sá carneiro.

Luna disse...

P.S. Esquimó é muito à frente, eu sou só geneticamente transmontana.