segunda-feira, 14 de março de 2011

aracnofobia, I has it

Cheguei hoje a casa a lamber os beijos de antecipação da bela sessão de PS3 com o meu novo gaming headset turtlebeach psx21, ponho o formo a 180º para a preparação do magnífico hamburguer com puré congelado iglo (não é só mac!) quando vou ao WC para despir o fato e fazer chichi e, horror, choque, espanto... uma aranha enorme em cima do cesto da roupa suja, mais precisamente, da minha bonita camisola indie benetton que, por sua vez, estava em cima das levis 501, um par de boxers e o pijama - eu sou das pessoas que arruma a roupa suja em cima da tampa do cesto vazio, é mais prático.

Uma aranha enorme, castanha, de patas arqueadas, gorda. Fiquei estático. Quando voltei a mim, tinha uma mão na boca e outra encolhida a nível do peito, pose menina de 12 anos assustada. Devo ter ficado um quarto de hora assim.

Faço desportos radicais, já fui picado cerca de 6 vezes por peixes aranha (coincidência?) e vespas negras enormes no alentejo, não tenho medos irracionais do escuro, da trovoada, de cobras, escorpiões ou pessoas de cor.

Sou apenas aracnofóbico, cortesia da minha mãe, que me passou o medo em tenra idade e do meu pai, que acentuou o medo em tenra idade. A ideia pedagógica do meu pai passava por me expor ao medo até a um ponto em que eu ficasse anestesiado de choque. Não lhe era difícil encontrar aranhas para me estender armadilhas como o truque da aranha na caixa de fósforos que "tem uma surpresa", uma vez que vivíamos no campo e não havia falta. Para terem uma ideia da minha aracnofobia, considero o SpiderMan um filme de terror e estou sempre a torcer pelos maus.

Ser aracnofóbico é das piores fobias que se pode ter porque elas aparecem assim do nada escondem-se e vivem junto de nós, é o mesmo que ser homofóbico e ir ao piso de baixo do Lux por exemplo. Já ter medo de cães é básico, nunca encontramos um labrador retriever dentro da banheira ou um cocker spaniel no canto do tecto do quarto.

Um dos motivos (o principal) pelo qual deixei o campo e uma promissora vida de agricultor e vim para a cidade com a minha trouxa foi, precisamente, viver num sítio sem aranhas e não propriamente isso de ter um nível de vida adequado e educação.

Na minha casa, onde vivo há dois anos, nunca tinha visto uma aranha assim, os antigos moradores juraram-me que nunca tinham visto uma em 20 anos, a vizinhança que consultei também me disse que não existiam, apesar da minha desconfiança uma vez que há jardins atrás e à frente e essas putas gostam de vegetação.

Eis-me sozinho em casa, frente a frente com o meu terror de infância, 20 anos depois.

Aviso desde já as quase 300 mulheres e o Eduardo Pitta que votaram em mim para BILF, que o que se segue vos vai destruir as fantasias todas.

Infelizmente estava sozinho em casa, é para estas coisas que a namorada serve. Como se tratava da casa de banho e eu eventualmente teria de tomar banho e fazer necessidades, pus de parte a solução selar a sala com betão armado chernobyl style para sempre. Se fosse o quarto das visitas, era lógico.

Também pus de parte telefonar a alguém, é um segredo que prefiro manter no anonimato. Tinha de matar sozinho.

Então entrei no modo Sigourney Weaver no aliens, aquele momento em que há um click mental na presa e ela passa a ser o caçador e arma o lança chamas e rasga a t-shirt e faz um headband e diz coisas como "come here motherfucker" e cerra os maxilares.

Tive pena de não ter a caçadeira, aos 13 anos dei um tiro de caçadeira numa aranha que estava num canto do tecto de uma adega nossa, o meu pai ficou chateado mas ainda hoje relembro com um calorzinho de satisfação o momento em que premi o gatilho e ela se vaporizou numa nuvem de tijolo, telhas e bocados de madeira das vigas.

Fui buscar a esfregona. O taco de baseball era curto (tenho um, por causa dos pretos, é por isso que não tenho medo deles). Pareceu-me um excelente utensílio de matar aranhas. Estava molhada com água suja, o que não me demoveu. Ensaiei o gesto, calculei a distância. A puta, imóvel em cima da camisola, estaria a congeminar a forma de me matar com o seu veneno mortal. E eu dei-lhe com toda a força repetidas vezes até afundar a tampa do cesto dentro do cesto e parti-la, até salpicos de água suja, qual sangue, num cenário gore, espirrarem para todas as paredes e tecto e o meu fato, zás zás zás, tum tum tum tum, até dobrar o cabo da esfregona,. Parei ofegante. Aproximei-me cautelosamente.

Nada. A puta tinha desaparecido. Fui buscar um chapéu de chuva e com o bico fui remexendo na roupa. Examinei a esfregona durante minutos. Teria vaporizado a aranha com a pancada? Ter-se-ia desfeito? Fui tirando as peças de roupa do cesto, para o chão e cada vez que tirava uma saltava com os dois pés em cima da camisola e das calças e do pijama TUMP TUMP TUMP MORRE PUTA MORRE TUMP TUMP (os meus vizinhos deviam estar a olhar um para o outro em interrogação, costumo ser sossegado). Esta técnica de saltar em cima da roupa, aprendi-a aos 7 anos, quando um dia tinha uma aranha dentro do pijama. Dali para a frente saltava sempre em cima de qualquer peça de roupa que fosse vestir e só larguei o hábito quando tive a primeira namorada aos 21 anos porque elas achavam enervante, especialmente quando acordava mais cedo.

Remexi mais na roupa com o chapéu, não é fácil, o ideal seria um gancho de polvos, tenho de arranjar um. Sacudi-a. Subitamente vejo a gaja a espreitar de debaixo de uns boxers num canto da casa de banho, estava VIVA e BEM! ERA A UMA PUTA DE UMA ARANHA FODIDA! Zás, mais marretada em cima dela com o resto da esfregona TUMP TUMP SLOP SLOSH SPLASH e nada, mas ela cometeu o erro de arremeter contra mim pelo chão, queria matar-me e eu saltei no ar, oh se saltei, parecia o Michael Jordan look mama I can fly e ipicaiei motherfucker e, com pé bem alinhado KABUUUUM aterrei-lhe em cima num estrondo que provocou um mini-sismo de grau 5 no prédio e um tsunami na piscina de plástico do vizinho. Levantei o pé... yep, morta. Mortinha, desfeita em pedaços de maldade pura.

Descalcei o sapato e abandonei o cenário de destruição do WC, fui à cozinha beber um shot de vodka e fumar um cigarro. Vi uma coisa a mexer e dei um salto e um pequeno guincho, era só um bocado de cinza.

Dei-me um estalo com força "tu és o bilf caralho, és o bilf ou não és o bilf?!?" e outro estalo SLAP.

E depois pensei... e se houvesse mais do que uma? E se a primeira tivesse escapado e aquela fosse outra que por acaso também estava ali? É improvável, sei tudo sobre elas, estudei-as porque temos de conhecer o nosso inimigo, elas são territoriais e não costumam partilhar espaços quando são deste tamanho. Nah, era a única, já está.

Vou ligar à Remax amanhã.

49 comentários:

Vegan Wolf disse...

considero o SpiderMan um filme de terror e estou sempre a torcer pelos maus. - também eu mas por motivos diferentes.

Apple disse...

Já sei o que fazer quando estou excitada e não devia. Venho ao teu blog.

Catarina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Catarina disse...

O aspirador seria uma solução bem mais fácil (digo eu que sou experiente neste assunto da aracnofobia)... mas não dava um post tão bom :D

sushi mata disse...

Certa vez, em Montargil, vislumbrei uma tarântula.
Exclamei bem alto «vou-te destruir!». Peguei no spray de insectos, pulverizei-a e de seguida ateei-lhe fogo com o maçarico. Ela, má como era, veio atrás de mim em chamas.
Não queiras ver uma aranha em chamas. Ainda hoje me persegue.

Teresa disse...

E tremer por dentro? E pensar que temos de pensar e não conseguirmos? E ponderar bem se tudo o que tocou na puta não irá directamente para o lixo? E saber que tocar-lhes, mesmo com a vassoura, é superior às nossas forças?
Curar a fobia? Devem estar malucos, se a curo vou conseguir tocar nelas e eu recuso-me a fazer tal horror

Caraças, como te percebo. Pego em cobras com a mão, fazia concursos para matar escorpiões (lacraus, lá nos meus sítios) também não tenho medo de ladrões, quartos escuros, trovões e tudo o que o que vier mas dessas gajas morro de medo. Aliás, só a tua descrição da bicha, conheço bem o género, deixa-me em estado de alerta total. E também já mudei de terra e de casa por causa delas e também sou incapaz de gostar do homem-aranha e o Aracnofobia é para mim o pior filme de terror. Mas sabes o que me deixa fora de mim? É pensar que as gajas fazem de propósito e entram na minha casa, nas minhas gavetas, na minha cama - sim, foi uma experiência por demais traumatizante - com o único fito de me provocarem, porque já devo ter tido mais encontros imediatos com aranhas que todas as outras pessoas que conheço. Especialmente com essas, as castanhas, gordas e peludas que teimam em se cruzar no meu caminho e de que tenho vindo a fugir mas até num 8º andar em plena Lisboa uma sacana de uma avantesma dessas me apareceu na banheira. Agora vivo no campo e alimento pressurosamente as lindas e amorosas osgas que vivem lá fora. Tem resultado porque até aqui ainda não tropecei numa única bicha. Quando isso acontecer faço as malas outra vez e mudo-me outra vez...

anouc disse...

Eu dava-te um tratamento de choque, que isso de ser homem não combina com histerismos à vista de aracnídeos. Fechava-te num quarto com um dos bicharocos do Alien. Não quando eram adultos, mas sim ainda na fase inseminadora. Seria vê-lo a correr atrás de ti, qual aranha gigante, a fazer tic tic tic tic tic no chão.

Quanto às aranhas, aquelas mais pequeninas, costumo pega-las com os dedos e deixa-las percorrer a mão. Atiram-se no vazio seguras por um fio... eu seguro-as com a outra mão, voltam a atirar-se... é giro de ser.


Bah. Menina.

anouc disse...

"giro de se ver", não giro de "se ser". Óbvio. -.-

Teresa disse...

Psst, já agora, eu também as estudei e confiei nessa história de serem territoriais mas foi assim que me enganaram e no mesmo dia, na mesma noite, foram 3 das grandes. Essa que tu viste estava fora de território, a chuva meu caro, a chuva, nada pior que umas chuvadas valentes para elas serem corridas dos buracos onde vivem e entrarem nas nossas quentes e secas casas. E, por onde essa entrou, podem entrar também as restantes desalojadas...

Tolan disse...

Vou introduzir moderação de comentários. Vocês são cruéis ._.

Teresa disse...

Isso não deve ser comigo, estou só a ser amiga e a avisar-te para não baixares a guarda. Nunca, mas nunca, se deve deixar de estar alerta...

Sara disse...

Pior,pior são as baratas! Negras, terríveis, nojentas naquelas carapaças q resistem a pisadelas e vassouradas! Esse é o verdadeiro terror!

A Chata disse...

Olha Tolan, gargalhei a ler o teu post. Bem sabia que o meu voto para o mais BILFavel estava bem entregue ctg. Apesar desses salamaleques todos serem de menina! Eu espetava a camisola indie benetton na banheira e afogava a bicha.

Andorinha disse...

Eu não votei em ti pra BILF (n votei em ninguem, aliás), mas se querias honrar o teu prémio: you got it! Este post está brilhante!! Eu odeio formigas, odeio as bichas com todo o meu ser. Um abraço, adorei este bocadinho.

sara ganilho disse...

Pois eu acho que estás mais BILF que nunca...

murmuria disse...

Adoro os teus maneirismos de \b\tard.

S* disse...

Aranhas é canja... centopeias é que dão cabo de mim.

B. disse...

Ainda bem que não sou a unica. É o unico comentario que posso fazer...

Alguem disse "aspirador" lá em cima? E se elas se multiplicam lá dentro? nah nah nah

Se a minha não estivesse na ombreira da porta entre o quarto e a sala tinha-me ido embora.
Foram uns 45minutos interessantes...

Teresa disse...

Percebo o drama do aspirador.... e o problema nem é multiplicarem-se é ficarem vivas e saírem... Mas também não sou capaz de as esmagar, aquela tripalhada é nojenta... A laca do cabelo da minha mãe era o melhor, ficavam meias coladas e depois era só rachar-lhes o crânio evitando esborrachar e a seguir sair dali rapidamente e alguém que removesse o cadáver e limpasse a cena do crime...

o anão gigante disse...

A história é boa, mas, não temos aranhas venenosas por cá, apenas bilfes cagarolas. Podias ter urinado, não afogavas a gaja?

Pólo Norte disse...

És um bilf ou és um rato, quarailho?

Tolan disse...

Desculpa Pólo, sei que desiludo tudo e todos. Mas, mas... elas são assassinas... elas... ._.

Teresa disse...

Elas acabaram de me entrar casa adentro... raios parta a mania de ver o csi...

Isabel disse...

Um dia destes eu volto com tempo e lei este post (tá um bocadinho comprido para estas horas da noite)

Nandita disse...

Uma aranha é uma coisa pequena, mal se vê... como é que foi dar logo com ela, Tolan?
Diz-se que o truque com malta que não gramamos, é mesmo não passar bola! :P

I. disse...

Tu com as aranhas, eu com as baratas. Guincho como um porco na matança. Mas já tive uma batalha com uma aranha dessas (cuidado, elas têm família, e um sentido de honra mafioso) e juro que não é para meninas/os.

Aspirador resulta se sacares de imediato o saco e o puseres no lixo - lá fora, claro. É limpo e seguro. Ou então, arranja um gato. Lá em casa não entra bicho ou se entra, não dura muito. Fixe.

Madame Gigi disse...

Os homens são todos aracnofóbicos, e cada vez mais tenho a prova disso, qual caçadores, qual carago, quando é para se chegar à frente mandam sempre as mulheres/namoradas/irmãs, tss tss.

Já não me ria às gargalhadas a ler um blog há muito tempo.

Ahhh e continuas BILF.

Alforreca disse...

Então mas ninguém é capaz de dizer que este texto está Genial!!!

Tolan - Chorei a rir!

Ega disse...

Oh Tolan, tu que estudaste as aranhas, diz-me se é verdade que durante a vida de um gajo normal, um gajo come cerca de 12 aranhas durante o somo?

Ouvi uma vez esta merda, e eu sou ceptico como o raio, não acredito em nada que ouço, mas fiquei a pensar nisto. :(

Fátima disse...

Está decidido, vais para os meus favoritos!

Cat disse...

Arranja um gato, é mais eficaz no combate ás forças do mal aracnideas.

André Costa disse...

Eh pá, um gato/a é remédio santo!
Não há bicharada que entre lá em casa... ou melhor, entrar até entra, mas não passa da garagem!! :)

maria 3a disse...

ge.ni.al.
obrigada.
este post merece prémio.

Papoila disse...

Eu também tinha e a maneira que arranjei para perder esse medo foi pegar numa e arrancar-lhe as patas devagarinho depois de dar uma de pita histérica numa aula. É nojento, mas serviu para me vingar.

Anónimo disse...

Quero deixar aqui a minha admiração pela forma como escreves e a minha solidariedade na fobia.
Falaram, em comentários acima, na solução do aspirador.. uma vez com uma aranha "gigante" e bem gordinha tive uma situação que se pode considerar de filme de terror para quem tem medo de aranhas.
Na altura o aspirador que havia em casa dos meus pais (e sim já foi há uns anos valentes) era daqueles tipo rectângulo em que se colocava o tubo do lado em que aspirava e do outro lado o ar saía. O aspirador estava guardado sem o tubo colocado (ficava assim, pendurado, para não dobrar tanto o tubo). Eu no desespero de que se demorasse muito tempo pois ela podia fugir, o que daria no mínimo uma evacuação do quarto até ela aparecer, coloquei o tubo à pressa (no lado errado, ou seja no lado em que expelia o ar com toda a força)... agora imagina quando vou "armada" para a aspirar, lhe aponto a arma e ela me salta em cima com a força do ar que saiu do tubo (por pouco não me entra para dentro da camisola). Enfim... serviu de gozo por uns tempos, tal foram as figuras tristes que fiz e ainda hoje me arrepio quando penso nisso. :-)

Isabel

Anónimo disse...

pronto, vou ter de te relinkar.

ADOREI o post, ri pra caramba. agora, seguinte, sabes que na psicologia a aranha simboliza a mãe e a cobra o pai?
Pois é, de anti-aranhas pra anti-aranhas. outro dia matei uma, com papel, era alta e nojenta. ainda hj tremo só de me lembrar...

Isabel disse...

Gostei muito da parte do medo de cães. Nunca pensei que houvesse tanta gente com essa fobia (aos canídeos), mas existem e é gente sempre um bocadinho estúpida (por aquilo que tenho presenciado). Quanto às aranhas, o aspirador é, sem dúvida, a minha arma de eleição! Para a próxima utiliza-o, é mais rápido, mais limpo e mais assertivo.

binary solo disse...

viva Tolan. nem de proposito uma historia muito semelhante a tua.

http://d3uwin5q170wpc.cloudfront.net/photo/90596_460s_v1.jpg

Teresa disse...

Isabel da 01.21, não resisto a dar-lhe os parabéns pela assertividade. A sua e a do seu aspirador.

Madalena disse...

Uh! Que nojo é esse de andarmos a comer aranhas a dormir?? Nunca ouvi falar disso e não acredito! Ri-me mesmo às gargalhadas Tolan :)

Lua Azul disse...

hahah adorei! Mas tu tem cuidado, que a família da aranha poderá aparecer a reclamar vingança o.O

Lima e Tequilla disse...

Eu também aguento com tudo mas aranhas dão-me arrepios/tremeliques/enjoos entre outras coisas não propriamente muito agradáveis.

Ps: votei em ti para bilf e até agora não falhaste ;)

Libelinha☆ disse...

Bem, cheguei aqui por arrasto... Agora estou aqui a olhar para todos os lados com medo que alguma se lembre de mim!... A tua descrição da bicha foi tão pormenorizada que agora estou inquieta!...

A do aspirador não funciona... Digo eu que já aspirei uma e fiquei a imaginar que ela sairia pelo tubo... Então enfiei o aspirador no quarto do meu irmão que é mais aracnofóbico que eu!... Eu sei, fui mesmo muito má!... Mas ele já tinha feito das suas e era vez de o castigar ;P

Beijinhos ;P

PS: Acho que vou aparecer aqui mais vezes =)

Isabel disse...

Libelinha, o aspirador funciona! Digo eu que o uso como arma de exterminação para tudo o que é insecto que me entra em casa, e nunca correu mal.
A aranha que aspiraste, fugiu? Porque o que se imagina é uma coisa, o que acontece é outra.

Tolan disse...

Era bem mais reconfortante ver um gajo, ver UM GAJO a partilhar comigo a fobia.

Teresa disse...

http://www.imdb.com/name/nm0001099/

Mais alguma coisa? Um chá, bolachinhas...

Anónimo disse...

"I has it" ?!

I have
You have
He/She/It has
We have
You have
They have

AEnima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
AEnima disse...

olha desculpa... mas vou apagar o comentario... ja percebi que eh so mulherio por aki.