segunda-feira, 2 de abril de 2012

Τα παράθυρα

Τα παράθυρα
Σ' αυτές τις σκοτεινές κάμαρες, που περνώ
μέρες βαρυές, επάνω κάτω τριγυρνώ
για νάβρω τα παράθυρα. -- Οταν ανοίξει
ένα παράθυρο θάναι παρηγοριά. --
Μα τα παράθυρα δεν βρίσκονται, ή δεν μπορώ
να τάβρω. Και καλλίτερα ίσως να μην τα βρώ.
Ισως το φως θάναι μια νέα τυραννία.
Ποιός ξέρει τι καινούρια πράγματα θα δείξει.


Cavafy (1903)

tradução:

As janelas
Nessas câmaras escuras, passando
dias pesados​​, ando para cima para baixo
navro para janelas. - Quando você abre
um consolo Morte janela. -
Mas as janelas não são, ou eu
Para tavro. E é melhor você não encontrá-los.
Talvez a morte de uma luz nova tirania.
Quem sabe que coisas novas vão dizer.



(infelizmente a tradução do google translator não capta completamente a essência do fabuloso original em grego)

3 comentários:

Maria Fonseca disse...

As janelas
Nestas salas escuras, onde vou passando
dias pesados, para cá e para lá ando
à descoberta das janelas. - Uma janela
quando abrir será uma consolação. -
Mas as janelas não se descobrem, ou não hei-de conseguir
descobri-las. E é melhor talvez não as descobrir.
Talvez a lua seja uma nova subjugação.
Quem sabe que novas coisas nos mostrará ela.

(Poemas e Prosas-Tradução Joaquim Manuel Magalhães e Nikos Pratsinis. Relógio D'Agua)

Maria Fonseca disse...

errata: luz, não lua.

Panurgo disse...

ahahahaha brilhante!